Valorização do património incentiva a criação de conteúdos turísticos na Beira Baixa

No comments yet

Turismo aventura Quinta dos Trevos

A valorização do património incentiva a criação de conteúdos turísticos na Beira Baixa e foi dado mais um passo relevante na dinâmica de valorização do património tecnológico, industrial, sócio-cultural e valorização das gentes desta região da campina da Idanha.

Património tecnológico e industrial em vídeo para memória futura

Incentivando a produção de conteúdos e a criação de produtos turísticos no território, dinâmicos e interactivos, a valorização do património incentiva a criação de conteúdos turísticos na Beira Baixa, a par do extenso património sócio-cultural, património natural e gastronómico.

A Quinta dos Trevos dá um contributo singelo através do acolhimento em apartamentos e quartos, complementa e promove experiências para os seus hóspedes, produz artesanato nas oficinas de artes e ofícios tradicionais, oferecendo um ambiente confortável e tranquilo, caloroso e afável, onde o confinamento social é possível em segurança.

O vídeo aqui apresentado, é um contributo específico produzido pela ARBI-Associação de Regantes e Beneficiários de Idanha-a-Nova, deveras relevante para a valorização do património tecnológico e industrial; incentiva uma maior construção de conteúdos e produtos turísticos na Beira Baixa, na campina da Idanha-a-Nova em particular, reforçando a valorização do património e incentiva a criação de conteúdos turísticos na Beira Baixa.

Este conteúdo em vídeo é um passo relevante na valorização do património industrial e tecnoígico, incentiva a criação de conteúdos turísticos na Beira Baixa e dá testemunho para memória futura da transformação produzida por acção humana, num primeiro passo pela construção da barragem Marechal Carmona, condicionando a bacia hidrográfica no traçado do leito do rio Ponsul, reservatório de recurso aquífero essencial ao regadio.

A valorização do património incentiva a criação de conteúdos turísticos na Beira Baixa e foi dado mais um passo relevante na dinâmica de valorização do património

Legenda: Perímetro hidrográfico de Idanha

Posterior e faseadamente, foi construído o sistema de regadio por canais, irrigando uma área de 8197,8 hectares. Abrange as freguesias de Idanha-a-Nova, Ladoeiro, Zebreira e Malpica do Tejo.

O sistema de regadio estende o acesso da água aos confins da campina por gravidade, outrora a céu aberto, enriquecendo todo o território da campina com o elemento gerador de vida.

A abundância de água coloca desafios de gestão deste recurso e, em especial, valorizou não só o território nas suas práticas agrícolas, como provocou alterações culturais entre as gentes, especialmente do Ladoeiro. Outro desafio de hoje está focado no reforço da valorização do património e no incentivo à criação de conteúdos turísticos no território e na Beira Baixa.

Particularmente focado neste território, através da produção documental no recurso à imagem em vídeo, captadas por drone, o trabalho abaixo apresentado é um extraordinário vídeo documental e institucional sobre o regadio.

Descreve os conteúdos tecnológicos implementados nas centrais elevatórias e no sistema de canais: a preservação para memória futura do conjunto deste património pela ARBI-Associação de Regantes e Beneficiários de Idanha-a-Nova, foi apresentado em estreia no stand institucional na última Feira Raiana, em 2019. É um contributo inestimável para a reforçando a valorização do património e incentiva a criação de conteúdos turísticos no território da Idanha-a-Nova, na Beira Baixa.

O investimento tecnológico e industrial mudou profundamente o território

A construção da barragem Marechal Carmona foi um investimento público considerável na época, bem como em todo o sistema de regadio, empregando as gentes locais, alicerçou e potenciou a transformação do território pelo investimento tecnológico e industrial.

Foi determinante para o enriquecimento da região, produziu uma mudança estrutural num território, antes caracterizado por terras com características muito díspares, carentes de água, a oscilar entre terras de qualidade excepcional, terras de barro (essencial para a produção ancestral dos oleiros) e a terrível caliça.

O investimento tecnológico e industrial para a contenção das águas, para a produção de energia, para a condução, impulsão e elevação da água nas centrais de elevação, foi essencial para mudar toda a capacidade de produção agrícola da região.

Viu nascer outrora outras produções agrícolas como a produção de tomate e o tabaco e, nos dias correntes, segue as vias da produção em escala de frutos vermelhos e frutos secos.

Dinâmicas de valorização do território da Beira Baixa

Rasgada perspectiva mais alargada e interessante do ponto de vista turístico, reforçando a valorização do património e incentivando a criação de conteúdos turísticos na Beira Baixa, foi apresentada recentemente em produção multimédia pela RTP.

O documentário é um apelo à exclusividade do território da Beira Baixa, captando os testemunhos de cientistas e locais, evidenciando esta narrativa de resiliência e conteúdo turístico singular para os olhares de quem procura experiências de lazer diferenciadas e personalizadas. A extraordinária reportagem Das pedras fez-se terra: histórias da Beira Baixa, já aqui reproduzida em notícia anterior, caracteriza sobejamente o que poderá desfrutar na região.

Produtos turísticos valorizarão mais o território da Beira Baixa

Muitos mais contributos serão possíveis para a valorização do património de modo a incentivar a criação de conteúdos turísticos no território da Beira Baixa. Através da criação de produtos e serviços turísticos que reflictam esta riqueza de preservação e resiliência, transformação e continuidade de povoamento, reforçará a valorização do património e incentivando a criação de conteúdos turísticos na Beira Baixa.

É possível construir outros produtos e serviços turísticos, dando valor à criatividade e inovação, través de uma dinâmica viva de um potencial museu da água e do regadio. Aproveitando recursos ainda existentes como o espólio industrial da SIPOL, a extinta fábrica do tomate sediada no Ladoeiro, evidenciando testemunhos vivos de quem trabalhou na construção da barragem e dos canais de rega, expondo peças de interesse tecnológico detidos pela ARBI – um interessante acervo de equipamentos tecnológicos bem preservado, representativo do historial do regadio.

Outras iniciativas de âmbito turístico são possíveis nesta área do território, respondendo ao interesse das pessoas pela autenticidade e a natureza, orientando a criação de produtos turísticos mais ecológicas e de interesse lúdico como os passeios nos canais, observação de aves, artes tradicionais ou a interacção com as gerações com conteúdos ancestrais, contados em lendas e histórias: tais iniciativas, a serem realizadas e acarinhadas, impulsionarão uma nova dinâmica económica para o território, a par de outros valores já evidenciados nesta região a norte do concelho de Idanha-a-Nova.

Quer saber mais sobre as notícias da Quinta dos Trevos – turismo ruralartes e ofíciosas experiências disponíveis para os hóspedes, a sua história, a sua produção de artesanato, ver fotos ou obter mais informações, para efectuar reservas, orçamentos ou encomendas de peças artesanais, envie-nos um e-mail clique aqui

Se gostou deste artigo ou dos conteúdos do site da Quinta dos Trevos – turismo rural, artes e ofícios, insira a sua aprovação na nossa página do facebook ou partilhe nas redes sociais.

Partilhe nas redes sociais:

Deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.